Mostrando postagens com marcador Vidas Reais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vidas Reais. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Segurança Impessoal



Ar duro e decidido, de quem tem certezas e treinos de afastamento das emoções. Parece enfrentar qualquer desafio por mais difícil que este seja.
Bem...Esta não passa de uma imagem que nos quer vender. A realidade é outra. Vive escondido pelo silêncio das palavras. Fora treinado na expressão, mas não no som. Perante o som surgem os medos e a insegurança diante de uma situação simples.
Enfim...Não nos podemos deixar levar pelo provérbio de que "uma imagem vale mais do que mil palavras". Neste caso é uma publicidade enganosa.
Ar arrogante de quem é preenchido pelo nada e se deixa levar pelo caminho mais fácil. O caminho que vai atrás dele e não o que procura, quer ou deseja.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Manifesto Corporal



Vive para o corpo, como se este fosse o seu contacto com o mundo e com a vida. Dá-se nos músculos que desfila num qualquer areal perdido algures. Lança o mistério de uma profissão que deixa dúvidas por onde rasteja. Será junto a uma barra de ferro ou um varão com uma dança sensual?
Olhar duro e militar, num corpo aquecido por uma qualquer table dance rodeado de quarentonas em fascínio.
Esconde-se uma personalidade, mas exibe-se um corpo. Fica a dúvida da dureza das recrutas ou uma vida preenchida pelo prazer vendido!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Cada Dia é uma Vida Inteira!



Viver intensa e apaixonadamente cada dia é trazer junto um pacote de futuras boas recordações.
É encarar com um sorriso tudo o que nos é dado e termos 99% de coisas muito boas. O 1% que nos resta e tão desvalorizado, será o mais importante e dedicado a alguém que é realmente especial e que faz os outros 99% ganharem todo o sentido.
Tudo encaixa numa fórmula matemática que se transforma numa função exponencial.
Ficamos num módulo positivo e regularmente linear que se torna a estabilidade do nosso dia-a-dia. É acordar todos os dias no mesmo sítio com a certeza de que somos felizes a cada 1% que sentimos. No fim do dia estamos 100% satisfeitos com as nossas escolhas e atitudes.
100% será o ideal, que nos dizem que podemos levar uma vida inteira para alcançar, então para mim cada dia é uma vida inteira, porque ando a viver a 100 à hora!






segunda-feira, 11 de julho de 2011

Fast Emotions



Passam a vida à procura do prazer imediato. Vivem agarrados a momentos efémeros, que baptizam como sendo um estilo de vida muito satisfatório. A dúvida impõe-se! Como é possível estar-se bem se nunca mantemos nada e se estamos sempre à procura de algo novo.
Parece-me que viver assim é estar em Alzheimer constante e precoce. É viver e esquecer. Começa-se um caminho que nunca se acaba. É como iniciar um livro e não sair da primeira página.
Fica a dúvida de como a história terminaria e quais os seus momentos altos.
São pessoas satisfeitas através da insatisfação. Enganam-se mais do que sentem.
É tornar o sentimento e as relações como algo descartável.
São pessoas que não se conhecem, nem se permitem conhecer os outros. São constantes inadaptados a convencerem-se de que encontraram o caminho certo.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Feitos de Muitos Nadas


Por mais que me esforce não entendo estas coisas de um dia sim, outro talvez e um dia não…Este passear quase à velocidade da luz nas decisões, nos interesses, nos ganhos e nas perdas. Mas onde anda a coerência e a persistência? Será que também estão perdidas, como as pessoas se perdem nestes vêm e vão da vida.
Olhamos para as pessoas e já nem conseguimos ver o que elas realmente são. Talvez se estejam a esconder ou então não sabem realmente o que são e em que sentidos vão. Como é que é possível caminhar sem objectivo ou sem um destino? Assim, a tarefa fica muito mais complicada para a própria pessoa e para quem se cruza no seu caminho. A certa altura parece que nos arrastam para o incerto e começamos sem querer a questionar para onde vamos. Ficamos perdidos ao lado de um desconhecido, de uma alma vazia de si.
Não deixa de ser irónico como as pessoas aparentam ser tanta coisa e no fim estão vazias, não há nada para encontrar lá.
O importante é deixar de procurar coisas nos outros e olharmos para nós e não ficarmos vazios sem dar conta disso, não nos perdermos de nós próprios.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Segredos



Será o segredo assim tão poderoso? Na realidade o verdadeiro segredo está em nós e em acreditarmos que tudo nos é possível. Dizem que só atraímos algo quando estamos bem e esta não deixa de ser uma verdade absoluta.
Muitas vezes fragilizadas as pessoas tentam conquistar ou reconquistar algo através da pena e da força. Entopem as caixas de mensagens e mail de alguém, telefonemas constantes muitas vezes a horas impróprias…E com isso o que ganham? Provavelmente a distinção do título “a pessoa mais insuportável do mundo” ou “coitada/o está mesmo miserável”. Sinceramente distinções dessas ninguém as quer, ou pelo menos, não deveriam querer.
Os manuais de auto ajuda, que se avizinham como pílulas salvadoras utilizam expressões do género: “se o/a queres reconquistar afasta-te e mostra que está tudo bem, faz coisas interessantes, cuida de ti…” Não duvido da utilidade disto, mas no fim de contas isto não é reconquistar é fazer a pessoa encontrar-se de novo, sentir-se bem consigo própria e uma vez alcançado este objectivo já nem precisa da outra pessoa. Está muito mais disponível para o presente e para o futuro do que reconquistar o passado.
Tudo se resume à atracção, tanto no fim como no início de algo. Ou porque existe, ou porque deixou simplesmente de existir. Nada melhor do que um sorriso perante a vida para atrair coisas boas!

terça-feira, 19 de abril de 2011

Dois para um

Ontem uma amiga mandou-me esta imagem e como tal não podia ficar sem alguns devaneios meus. Como por vezes sou um pouco excessiva em vez de um texto construi logo dois, agora é so escolher...




Razão ou emoção?


Vivemos entre o pensamento e o sentimento, como se de uma passadeira se tratasse, temos medo de por o pé nela sem olhar, mas por vezes insensatos lá nos atiramos com fé de que a correr chegamos ao outro lado intactos. Pois, mas nem sempre é assim e lá somos atropelados. Caímos inconscientes no chão preto e branco. Rodeiam-nos e dizem as vozes do nada, “mas como é que isso lhe foi acontecer?” Inconscientes começamos a ouvir outras vozes. O coração diz-nos tenta, esforça-te, faz mais qualquer coisinha, sente!
A razão por sua vez com o seu tom mais frio, directo e sensato diz, “acorda e faz alguma coisa por ti, isto já deu o que tinha a dar.”
É nesta altura que o racional agarra o emocional e mete-lhe um cinto bem apertado e diz-lhe: “acabaram-se os espaços para esses devaneios sentimentais que só te levam ao precipício, tu não vais sofrer mais, acabou-se!”
Aí voltamos à consciência, levantamo-nos da passadeira, erguemos a cabeça e seguimos em frente como se tivéssemos feito um transplante cardíaco.


Conversas entre um coração e um cérebro

Cérebro: Estás a fugir porquê? Ainda não percebes-te que eu já te apanhei?
Coração: Deixa-me ir…Larga-me…
Cérebro: Mas tu queres ir onde? Estás cada vez mais tonto!
Coração: Eu preciso mesmo de sentir, preciso de dar-me!
Cérebro: Olha lá oh miúdo! A pancada que levas-te à 3 anos atrás não foi suficiente? É porque se não foi tens sempre as de há 3 meses, 3 minutos e 3 segundos.
Coração: Tu és muito frio e insensível, não entendes nada!
Cérebro: Queres ser quentinho e lamechas? Até podias ser, mas quem te comanda sou eu e por isso não vais a lado nenhum. E não puxes muito que este mês não fui ao ginásio e não estou para me cansar muito a meter-te juízo.
Coração: Mas eu não quero juízo, só quero bater mais depressa quando ouço uma voz, uns passos, quando me tocam…
Cérebro: Olha-me para este agora com literatura de revista cor-de-rosa. É preciso ter paciência!
Coração: Pronto…Desisto…Não vou a lado nenhum, fico aqui contigo.
Cérebro: Finalmente uma atitude sensata. Agora podes ficar descansadinho que nada de mal vai acontecer. Eu estou aqui para cuidar de ti. Cuidar? Epá, será que sou eu que agora estou sentimental? (com ar de pânico) Isto não pode ser, é anti-natura!

domingo, 31 de outubro de 2010

Dança, Dança. Rebola! (Inscrições abertas para Workshop de Dança)


A bailarina importada da Tailândia regressou este fim-de-semana, para no mesmo espaço nocturno realizar um workshop de dança grátis. Contou com apenas um aluno, mas não baixou a qualidade da sua exibição. Não foi tão intensa como a da semana passada, mas o nível de espanto manteve-se.
Este workshop foi baseado em música mais tranquila, podemos dizer talvez ao ritmo slow, mas ao que a bailarina deu um toque de dança contemporânea à espantalho, em que os braços abertos se moviam a um ritmo desfasado do som. Não podemos esquecer o toque de calcanhar no chão e a ponta das botas a apontar para o tecto, este passo muito complexo e desenvolvido pela própria bailarina ao longo do seu tempo de carreira (1 semana).
Há a salientar a importância da indumentária, em que não pode faltar um chapéu e muito brilho.
As inscrições continuam abertas e provavelmente hoje se houver alunos o tema será música dos anos 70.

domingo, 24 de outubro de 2010

Dança, Dança, Rebola!



Directamente importada da Tailândia, chega bailarina em contentor para animar as noites Angrenses. A sua exibição conta com especialidades de dança acrobática, strip sem varão e treino para cães de caça. Sem dúvida é uma bailarina completa e que preenche qualquer cartaz.
Podemos dizer que a sua exibição de ontem à noite foi intensa. Entre o espanto da plateia que ao ver a bailarina rebolar, fazer a roda, dar passos de um verdadeiro toureiro/forcado a pista ficou completamente preenchida pela sua intensa exibição. Não faltou o improviso, digamos que mais uma especialidade desta bailarina formada pelas melhores escolas de dança.
Se me permitem uma sugestão acho que a “Maxmen” devia fazer uma contra capa com ela. Seria sem duvida um (in)Sucesso!

sábado, 7 de agosto de 2010

Pugilismo (Episódio 2- Festas de Verão 2010)



Sem dúvida o caminho até às festas tem sido cada vez mais “interessante”.

Ia com a minha prima no seu lamborghini amarelo (carinhosamente apelidado pela D.), quando vemos um carro quase parado no meio da estrada e sem o pisca ligado.

Ao ultrapassar o carro, olhamos para o lado deparamo-nos com um torneio de “vale tudo” (vale tudo, socos, gritos, puxões de cabelo...). Encontrava-se então uma mulher a tentar bater em alguém que estava no banco de trás do carro. Sendo que o carro estava completamente cheio (“verdadeiras sardinhas em lata”).
Agora que nos ficou uma dúvida, ficou. “Mas o que é que faz alguém ficar parado para apanhar porrada?”

Sem dúvida que esta gente anda a descompensar à grande. Talvez se arranjassem alguma ocupação útil não andassem aí a bater uns nos outros.

Boa Vontade (Episódio 1- Festas de Verão 2010)




É realmente engraçado (desesperante!) quando tentamos estacionar num local de festas. Andamos às voltas e voltas, à procura de um lugar mais perto ou mais cómodo para a hora do regresso. É que nas horas em que a noite já vai longa e o cansaço se apoderou do corpo torna-se mesmo um sofrimento ir até ao carro que parece ainda mais longe do que o real. Se vamos em romaria com os amigos apesar da tristeza do carro estar longe, encontramos algum consolo nas brincadeiras.
No meio disto tudo o que mais me surpreende é a capacidade que as pessoas têm em tornar ofensivo o que seria um bom conselho. Parece-me muito positivo avisarem-nos que poderemos estar prestes a apanhar uma multa, mas não quando passam por nós e quase mais parece que nos querem bater por estarmos a cometer uma infracção (o que nem era o caso). Enfim…lá continuou a simpática senhora pela rua abaixo com o seu tom bondoso a balbuciar até a perdermos de vista, “está tudo a ser multado desde lá de cima, parem aí, parem!”