Mostrando postagens com marcador Recordar é Viver. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Recordar é Viver. Mostrar todas as postagens

domingo, 10 de abril de 2011

Já tinha saudades...

Há noites assim que não sabemos bem como começam, mas sabemos sempre como vão acabar. Com muitas gargalhadas, conversas estranhas e uma banda sonora (inevitavelmente é sempre a mesma musica, deve ser a tradição). heheh



P.S. Não se esqueçam, que segundo o que consta estaremos em Angola daqui a 2 anos. Seremos contactados para esta maravilhosa viagem. :)

quarta-feira, 16 de março de 2011

A Maior Empresa do Mundo

Por mais anos que passem vou sempre gostar deste poema e da "força" que ele tem...




"Posso ter defeitos, viver
ansioso e ficar irritado algumas
vezes, mas não me esqueço
de que a minha vida é a maior
empresa do mundo, e posso
evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale
a pena viver apesar de todos
os desafios, incompreensões e
períodos de crise.


Ser feliz é deixar de ser vítima
dos problemas e tornar-se num
autor da própria história.


É atravessar desertos fora de si,
mas ser capaz de encontrar um
oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada
manhã pelo milagre da vida.


Ser feliz é não ter medo dos
próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.


É ter coragem para ouvir um
não.
É ter segurança para receber uma crítica,
mesmo que injusta.

Pedras no caminho?
Guardo-as todas, um dia vou
construir um castelo..."

Fernando Pessoa




quinta-feira, 18 de novembro de 2010

bairro ALTO


Ultimamente acho que ando um pouco saudosista, mas confesso que sinto falta daquelas noites no bairro, onde cada olhar é uma descoberta. No meio do que a olhos nus pode parecer um caos, encontro um certo encanto (e acho que até conheço algumas pessoas que sentem o mesmo).
Subíamos as ruas sempre juntos não fosse alguém perder-se. Qualquer coisa tínhamos sempre o velho ponto de encontro, o Kamasutra Bar.
Acho que já havia era um roteiro nas nossas noites "bairristas":
1. Logo à entrada, uma Ginjinha;
2. Depois Kamasutra Bar (aconselho a sangria, é muito docinha);
3. Clandestino (rock, paredes riscadas, sangria branca ao jarro...);
3. Rua (mobilias vintage e bom ambiente)
4. Á descoberta de novos bares (normalmente dava sempre que falar)
5. Regresso à casa mãe (Kamasutra Bar).
No fim lá iamos nós apanhar o taxi, cheios de aventuras e histórias engraçadas.  :)

P.S. Devia haver uma associação dos "bairristas" fiéis. lolol


quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Chegou o Adeus ao Senhor Adeus!



Quem passava pelo Saldanha, não ficava indiferente a um senhor que com a sua gabardine bege, os seus óculos de massa e os seus cabelos brancos nos dizia adeus. Muitas vezes os condutores e acompanhantes também lhe retribuíam tão simpático gesto. Retirava sorrisos e muitas perguntas a quem por ali passava, sobre quem  ele seria e porque estaria ali a dizer adeus. Eu própria muitas vezes me perguntei isso. Até me recordo de um episódio em que sentada na parte de fora do Atrium Saldanha com uma amiga, ficamos absorvidas pelo seu adeus e a perguntar quem seria a pessoa que se escondia por detrás daquele gesto.
Que o Mundo tenha sido capaz de dar hoje o seu adeus ao Senhor Adeus!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Perfume do Frio



Regressam as chuvas Outonais embaladas pelo som do vento. Caminhamos sobre os tapetes de folhas douradas e conduzidos pelos guardas chuvas que começam a colorir as ruas de uma cidade. Nesta dança em que o par é a estação, não nos esquecemos do casaco que nos protege das carícias do frio.
Nos transportes públicos começam a surgir as primeiras fragrâncias de naftalina e as originais conversas que estamos perto do Inverno, que não tarda nada estamos no Natal.
Todo este ambiente só me faz lembrar como é bom estar deitada no sofá com uma manta polar num dia de chuva. São estes pequenos prazeres que nos relembram o conforto da nossa casa e como por vezes é bom ficar esquecido naquelas paredes que carregam as nossas histórias. É nessas alturas que muitas vezes relembramos momentos mágicos de um Outono que já passou.